A privilegiada localização e os fartos recursos naturais motivaram a escolha do local para o início de um povoado. Os fundadores de Barretos chegaram à região vindos, principalmente, do Sul de Minas. Atravessaram o Rio Pardo na antiga Fazenda Santo Inácio e por volta de 1830, assentaram-se em dois núcleos ?Fazenda dos Barreto? e ?Fazenda dos Marques?. A primeira desenvolveu-se a partir do local onde, hoje, encontra-se o Sanatório Mariano dias, entre os dois córregos que cortam as cidades. A segunda, teve suas primeiras construções onde está o atual Largo do Rosário.
A densa mata que o circundava exigia sacrifícios .
sobre-humanos para ser removida. Um acidente natural, no rigoroso inverno de 1870, alterou substancialmente as condições de ocupação e desenvolvimento da região. Após forte geada, um grande incêndio destruiu significativa área de florestas. Foi o chamado ?Fogo de 70? que deixou calcinada enorme quantidade de terra. Com a chegada das chuvas, no lugar da antiga floresta surgiu uma rica e natural pastagem que criou condições adequadas para a criação e engorda de gado. Inúmeras fazendas foram se formando e a atividade pecuária progrediu rapidamente, em toda a região, tornando Barretos um centro comercial vigoroso e próspero.
No início do século passado, importante atividade agrícola veio somar-se à pecuária. A cultura do café atingiu a região. As mudanças vieram acompanhadas de um elemento historicamente ligado ao desenvolvimento do país: o imigrante europeu.
A vinda e instalação dos europeus, particularmente italianos, alteraram o ritmo de desenvolvimento assim como o aspecto e a arquitetura da cidade. Um pouco mais tarde, chegaram os árabes e as atividades econômicas começaram a desenvolver-se também no seu aspecto urbano, unindo o aumento da produção agrícola ao crescente comércio. Foram expressão tais transformações as novas técnicas de construção e fachadas de edifícios que passaram a ser artisticamente trabalhados. Um gênio da época, o arquiteto Pagani, foi responsável pela qualidade e beleza do conjunto urbanístico da antiga área central.
Entre 1900 e 1916 dois acontecimentos marcaram a História de Barretos e região: a chegada da Ferrovia e da Companhia Frigorífica Anglo Pastoril. A ferrovia, Cia Paulista de Estrada de Ferro, impulsionou a atividade produtiva, com transporte de cargas e passageiros. A Anglo, de propriedade dos ingleses, gerou empregos e crescimento, tanto econômico como populacional, instalando, ao lado de suas dependências industriais, a Vila Operária, um núcleo urbano.
As duas grandes guerras mundiais ocorridas entre 1914 e 1945, marcaram, significativa, a evolução econômica de Barretos com o aumento nas exportações de carnes e enlatados. Naturalmente, os reflexos foram rapidamente sentidos em todos os setores da economia local. Entre os anos de 40 e 50, o progresso chegou decisivamente nos setores urbanos. Ocorreram a ampliação dos serviços públicos, pavimentações, infra-estrutura de saneamento, energia elétrica e telefonia. O comércio local passou à condição de pólo do norte do Estado, Triângulo Mineiro e Sul de Goiás. Linhas aéreas regulares e pavimentação asfáltica da rodovia de ligação com a capital consolidaram, no final de 50, o espírito desenvolvimentista.
A vinda e instalação dos europeus, particularmente italianos, alteraram o ritmo de desenvolvimento assim como o aspecto e a arquitetura da cidade. Um pouco mais tarde, chegaram os árabes e as atividades econômicas começaram a desenvolver-se também no seu aspecto urbano, unindo o aumento da produção agrícola ao crescente comércio. Foram expressão tais transformações as novas técnicas de construção e fachadas de edifícios que passaram a ser artisticamente trabalhados. Um gênio da época, o arquiteto Pagani, foi responsável pela qualidade e beleza do conjunto urbanístico da antiga área central.
Entre 1900 e 1916 dois acontecimentos marcaram a História de Barretos e região: a chegada da Ferrovia e da Companhia Frigorífica Anglo Pastoril. A ferrovia, Cia Paulista de Estrada de Ferro, impulsionou a atividade produtiva, com transporte de cargas e passageiros. A Anglo, de propriedade dos ingleses, gerou empregos e crescimento, tanto econômico como populacional, instalando, ao lado de suas dependências industriais, a Vila Operária, um núcleo urbano.
Em 1831, Francisco Barreto e Antônio Barreto, juntamente com suas famílias, chegaram à região, apossando-se de grandes extensões de terras, onde organizaram suas fazendas (Fazendas Fortaleza, Monte Alegre e Posse Seca).
Em 1854, os descendentes destes pioneiros assinaram o título de doação de 82alqueires ao "Divino Espírito Santo" e as primeiras casas de sapé começaram a surgir ao redor da capela erguida no local (Capela do Espírito Santo de Barretos).
Foi elevada à Freguesia, pela lei no. 42, de 16 de abril de 1847, e à Município, pela lei no. 22, de 10 de março de 1885. A lei no. 1021 de 6 de novembro de 1906, mudou o nome de Espírito Santo de Barretos para Barretos, já o decreto no. 98 de 26 de novembro de 1890 tinha criado a Comarca, simplesmente de Barretos.
Como município instalado a 31 de janeiro de 1890, foi criado com a freguesia de Espírito Santo de Barretos. Em 1909 foi inaugurada a estrada de ferro. Em dezembro do ano anterior entrava na estação a primeira locomotiva do trem de lastro.
O personagem "boiadeiro" sempre teve um papel importante no transporte de gado de uma região para outra, assim como na entrega de "bois gordos" aos frigoríficos da região e Festa do Peão de Boiadeiro.
Elevada a município em 10 de março de 1885.
O prefeito atual é Dr. Emanuel Mariano de Carvalho, um medico pediatra.
Barretos é um município brasileiro do estado de São Paulo na Mesorregião de Ribeirão Preto. Localiza-se a uma latitude 20°33'26" Sul e a uma longitude 48°34'04" Oeste, estando a uma altitude de 530 metros. Sua população estimada em 2009 era de 113.618 habitantes, em uma área de 1.563,6 km².
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